País; França
Diretor: Krzysztof Kieslowski
Data da sessão:23/04/2019
Onde: Internet
Comentário: segundo filme da Trilogia das Cores. Assisti meio desconfiado por ser o menos incensado da trilogia, mas me surpreendi. Aqui o ponto central do filme,a igualdade, é colocada de maneira mais explícita do que em A Liberdade é Azul. A história narra as desventuras de Karol, um imigrante polonês na França, humilhado pela esposa que pediu o divórcio e volta pra Polônia onde arquiteta uma vingança contra ela. As barreiras que estrangeiros enfrentam, como idioma, entram no pacote que analisa a igualdade. Outro ponto interessante é a diversidade de negócios, legais e ilegais, na Polônia pós-comunista, dos quais Karol se aproveitou para subir na vida. No caso, os ilegais. Essa Trilogia das Cores é uma das coisas mais interessantes que já vi no cinema.
Por que assistir: segundo filme da Trilogia das Cores de Krzysztof Kieslowski.
O que aprendi com o filme: buscar igualdade pode significar promover desigualdade.
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